O trabalho do Bem Querer Mulher foi pauta de uma reportagem do portal ECOA, do UOL.
A matéria conta toda a história da organização, criada em 2004, antes mesmo da Lei Maria da Penha, para oferecer assistência humanizada e integral a mulheres vítimas de violência.
A jornada de superação de Marluce Silva, uma das atendidas da Casa Bem Querer Mulher, também foi destaque na reportagem. Vítima de agressões por parte de seu companheiro – inclusive quando estava grávida! -, ela recebeu todo o suporte da equipe da organização para sair do ciclo de violência em que se encontrava.
Marluce foi acolhida pelo programa Acolhe, que o Bem Querer Mulher mantém em parceria com o Instituto Avon, recebeu apoio socioassistencial, jurídico e psicológico na Casa Bem Querer Mulher, e passou pelo Curso de Capacitação Humana e Técnica da organização, em que teve a oportunidade de trabalhar a recuperação de sua autoestima e autonomia emocional e financeira.
Hoje Marluce trabalha na área de modelagem e costura, em um emprego que conseguiu com a ajuda do Bem Querer Mulher, e vive feliz com seu filho em São Paulo, bem longe de seu ex-companheiro – que, inclusive, respondeu na Justiça pelos crimes de violência que cometeu contra ela.
Em 2021, a equipe de profissionais do Bem Querer Mulher atendeu 3.610 meninas e mulheres vítimas de violência, como Marluce. Um aumento de 43% com relação a 2020.

